As 19 Passagens Históricas Mais Bonitas de Istambul

As passagens de Istambul, as famosas “pasaj”, surgiram no fim do século 19 como os primeiros centros comerciais da cidade, ligando duas ruas por uma galeria coberta cheia de lojas, ateliês e cafés. Nem todas sobreviveram. Algumas fecharam para dar lugar a hotéis; outras resistem como pontos de encontro na região de Beyoğlu. Veja as 19 passagens históricas de Istambul que ainda vale a pena visitar antes que a lista encolha.

1. Capital do tecido e da mercearia: Passagem Anadolu

Fachada da Passagem Anadolu, uma das passagens históricas de Istambul, em İstiklal Caddesi

Na badalada rua İstiklal Caddesi, em Beyoğlu, o oficial de câmara do sultão Abdul Hamid II, Sarıca Ragıp Paşa, mandou construir esta passagem no final do século 19. Quando decidiu investir em imóveis na região, o paşa (título otomano; em português, paxá) batizou suas três construções com nomes de continentes do antigo território otomano: Anadolu (Anatólia), Rumeli (Rumélia) e Afrika (África). Diz a lenda que, se o sultão não tivesse sido deposto em 1908, Ragıp Paşa teria completado a coleção com os cinco continentes. O prédio é de estilo italiano. São cinco andares distribuídos por 830 m², com 17 lojas no térreo e 20 apartamentos nos andares superiores. Era referência em tecidos e mercearia. Hoje, quem entra encontra outra coisa: uma grande loja de calçados, a Flo.

2. De mansão a galeria: Passagem Rumeli, em Beyoğlu

Entrada estreita da Passagem Rumeli, conhecida popularmente como prédio do TKP, em Beyoğlu

Seguindo por İstiklal Caddesi em direção a Galatasaray, à direita, fica a Passagem Rumeli — uma rua estreita e coberta, conhecida entre os moradores como “prédio do TKP” (sigla do Partido Comunista da Turquia, que teve sede ali). Mais um investimento de Ragıp Paşa. Construída em 1894 como mansão residencial, virou espaço comercial quando deixou de servir como moradia. Os traços são de arquitetura italiana. Havia duas entradas: uma por İstiklal, outra pelas ruas Öğüt e Mayacı.

O conjunto, dividido em três blocos, teve seu Bloco C restaurado por dentro e por fora e transformado em ateliê de arte. Logo na entrada, bancas de acessórios davam lugar a elevadores que levavam a espaços como o café-teatro Oyuncular, point de atores, além do Monalisa e do Rumeli.

Infelizmente, a onda de conversão de prédios antigos em hotéis em Beyoğlu também alcançou esta passagem, hoje fechada. Para quem conheceu o lugar, uma perda difícil de engolir.

3. “Não pare de olhar para o céu”: Passagem Afrika

Vão em forma de cruz no teto da Passagem Afrika, em Beyoğlu

Outro investimento de Ragıp Paşa foi a Passagem Afrika, erguida em 1905. Em sua época, era um dos centros comerciais mais importantes da região, e os andares de baixo funcionavam como prédio residencial, habitado majoritariamente por levantinos — famílias europeias que viviam em Istambul havia gerações.

Conhecida também como Afrika Han, a passagem formava um corredor estreito entre as ruas Küçük Parmakkapı e Büyük Parmakkapı. Tinha menos lojas que as demais. Mas ganhou um clima próprio com endereços como o Pen Kafe, o Peripetie Bistro e o Hayal Kahvesi. No teto, uma abertura em forma de cruz só aumentava o ar misterioso do lugar.

Como as outras passagens de Ragıp Paşa, esta também perdeu a disputa contra o tempo: hoje está coberta de lonas, com o portão acorrentado, talvez à espera de se tornar mais um hotel.

4. Hazzopulo: chá nas passagens históricas de Istambul

Interior da Passagem Hazzopulo, com suas lojas e cafés, em Beyoğlu

Quem caminha por İstiklal Caddesi e precisa de uma pausa conhece esta passagem: uma porta estreita leva à Passagem Hazzopulo, onde banquinhos convidam para um chá rápido no meio do caminho. É uma velha conhecida do bairro. Construída em 1871 pelo comerciante Hacopulo, abrigava moradias no andar de cima e lojas no térreo. A gráfica do escritor Ahmet Mithat Efendi funcionava ali, o que transformou o local em ponto de encontro dos Jovens Turcos, o movimento reformista otomano do início do século 20.

A passagem tem cinco andares e ainda preserva sua grandiosidade, apesar de dois incêndios. Passou por duas restaurações. Hoje reúne cerca de 40 lojas — de bolsas a joias e livrarias — além do restaurante e bar de vinhos Hazzo Pulo.

Vale a visita só para ver a antiga loja de chapéus da M. Katya, uma lenda entre os moradores mais velhos do bairro.

5. A casa do Küçük Sahne: Passagem Atlas

Vitrines e lojas da Passagem Atlas, em Beyoğlu

A Passagem Atlas é lembrada pela cena final do filme turco Issız Adam (“Homem Solitário”), de Çağan Irmak, e deve seu nome a um dos poucos cinemas que ainda resistem em Beyoğlu. Construída em 1877 com traços da arquitetura otomana, ganhou sua aparência atual em uma reforma de 1985.

O visual histórico continua. Nas 44 lojas de hoje há presentes originais, roupas despojadas e joias autênticas. Tem até teatro. O Küçük Sahne, palco do Teatro Estatal de Istambul, funciona ali. Depois da peça, é comum ver o público seguir para o bar Sefahathane, ali mesmo, para prolongar a noite.

6. Até um laboratório funcionou aqui: Passagem Aznavur

Fachada da Passagem Aznavur com arquitetura italiana, em Beyoğlu

No final do século 19, dois cafés famosos da região — o Cafe Commerce, de Andrea, e o Cafe de Pera, de Pandeli Kastranakis — foram demolidos, abrindo caminho para a construção da Passagem Aznavur. Começou como meia-passagem. Só ganhou formato completo em 1924, quando um corredor a ligou à casa onde Aznavur morava, do lado de Tepebaşı. Com traços de arquitetura italiana da época, o prédio guarda uma curiosidade que pouca gente imagina: até os anos 1940, funcionou ali o laboratório químico de Alexander Vasiliyadis. No inverno, há cachecóis e gorros à venda; no verão, lenços — sempre de olho nos passantes de İstiklal. São nove andares. Hoje, 28 lojas e diversas cafeterias ocupam o prédio. No térreo predominam joias variadas, roupas de segunda mão e lembranças, o que faz da Aznavur um dos pontos mais visitados por turistas na região.

7. Dois teatros e um cinema: Passagem Halep

Entrada da Passagem Halep, também conhecida como Passagem Beyoğlu por seu cinema

Apesar do nome oficial, Passagem Halep, quem frequenta cinemas fora dos shoppings costuma chamá-la de Passagem Beyoğlu, por causa da sala de cinema ali instalada. O teatro também mora aqui. Desde 1989, a passagem abriga o grupo Ortaoyuncular, da companhia histórica Ses Tiyatrosu, e o palco Cüneyt Türel, do grupo Tiyatro Gerçek.

Construída em 1885 pelo comerciante M. Hacar, de Halep (Aleppo), a passagem foi demolida em 1984. Só a fachada ficou de pé. Os herdeiros do antigo proprietário, Süreyya Paşa, fecharam um acordo com uma construtora para reerguer o prédio, mantendo a fachada neorrenascentista original. Hoje a passagem reúne lojas de presentes, joias, roupas étnicas, discos, tatuagem e piercing, além do restaurante Krepen Steak para uma pausa no passeio.

8. “Tempos Modernos” em cartaz: Passagem Elhamra

Corredor amplo da Passagem Elhamra levando às lojas, em Beyoğlu

Em 1827, o genovês Barthelemy Giustiniani construiu aqui um teatro. Vieram as dificuldades. Em 1920, o espaço foi vendido a Zade Sait Bey. Três anos depois, foi reconstruído em estilo neoclássico otomano. Galeria fechada, não era. Mas o corredor largo que levava às lojas lhe deu fama de passagem. O grande destaque do lugar era o Cinema Elhamra: foi lá que o público de Istambul viu pela primeira vez o clássico Tempos Modernos, de Charlie Chaplin, e também o primeiro filme sonoro turco, İstanbul Sokaklarında. Depois de um incêndio em 1999, o cinema fechou. Hoje restam na passagem lojas de roupas étnicas, a livraria Medya Kitabevi e o Elhamra Club.

9. O caldeirão da moda: Passagem Terkos

Vitrines de roupas na Passagem Terkos, ponto de compras em Beyoğlu

Construída pela família D’Andria na década de 1880, a passagem já teve como destaque o restaurante de Jorj Ruggieri, numa época em que os próprios proprietários, Giraud e Michel D’Andria, moravam em um dos apartamentos do prédio. Em 1924, Georges Dassira assumiu o espaço. Depois, o húngaro Laszlo Boronkay abriu ali o restaurante Çardaş. Hoje a Terkos é o verdadeiro caldeirão da moda da região: lojas vendem roupas de marcas conhecidas com preços acessíveis, no estilo “sobra de exportação”. Fica no lado direito de quem segue por İstiklal em direção ao Tünel. De noite, o clima é outro. Casas como Bronx Pi, Beyzade Restoran e Salash Fasıl assumem o lugar.

10. Sobras de exportação: Centro Comercial Beyoğlu

Interior labiríntico do Centro Comercial Beyoğlu, com centenas de lojas

Dentro do edifício Odakule, o Centro Comercial Beyoğlu não chama atenção por fora, mas, como a Terkos, é um dos endereços preferidos para compras na região. São três setores principais. Cerca de 250 lojas e escritórios. No labirinto de corredores entre as lojas (se perder faz parte do passeio), é fácil encontrar roupas, acessórios, bolsas, calçados e joias com preço de sobra de exportação.

O Midpoint e o Ponte Restaurant, ali dentro, resolvem a refeição rápida no fim do passeio. Quem vem atrás de preço fica bem servido com a dupla Terkos e Centro Comercial Beyoğlu; quem prefere uma noite de teatro deve seguir para a Atlas ou a Halep.

11. A passagem dos pioneiros: Passagem Síria

Fachada neoclássica da Passagem Síria, em Beyoğlu

Poucas passagens têm tantos “primeiros”. O primeiro cinema da Turquia, o Santral Sineması, abriu aqui, e o prédio foi o primeiro a usar um sistema de dois elevadores no país. A construção começou em 1901, encomendada por Hasan Halbuni Paşa, de origem síria, e por seu parente Mehmet Abud Paşa, então presidente da Câmara de Comércio de Istambul. O projeto, de fachada neoclássica, é do arquiteto Demetre Th. Bassiladis. Concluída em 1908, a passagem foi o primeiro prédio da cidade a reservar o térreo para o comércio e os andares superiores para moradia — e, segundo relatos da época, um dos primeiros a receber luz elétrica e gás depois do palácio imperial.

A fachada histórica ainda chama atenção. Tem mais: a Passagem Síria nasceu como três prédios independentes, depois ligados por passarelas em pontos diferentes, até formar o conjunto atual. Hoje reúne peleteiros, roupas de segunda mão, fantasias, acessórios e a casa noturna Propaganda.

12. A mais animada e perfumada: Çiçek Pasajı

Interior sob a cúpula da Passagem das Flores, com mesas de restaurante, em Beyoğlu

Desde os anos 1940, as mesas enfileiradas sob a cúpula central fazem desta a passagem mais animada e colorida de Beyoğlu. Não há disputa.

O terreno pertenceu ao Teatro Naum, favorito dos sultões Abdul Hamid II e Abdülaziz. O incêndio de Beyoğlu de 1870 destruiu o teatro. O banqueiro Hristaki Zografos Efendi comprou o lote e, seis anos depois, ergueu ali a Cité de Pera, projetada pelo arquiteto Cleanthy Zanno com inspiração parisiense: 24 lojas e 18 apartamentos de luxo.

Hoje a passagem mistura o cheiro de petiscos turcos (meze), aromas tentadores e música de fasıl, o estilo tradicional de taverna turca. No início, era conhecida como Passagem Hristaki; o nome Çiçek Pasajı (“passagem das flores”) veio depois, batizado pelas floristas que se instalaram ali durante o armistício do fim da Primeira Guerra. Em 1978, parte do prédio desabou de uma noite para outra. A reconstrução levou dez anos. Desde então, a passagem recebe seus visitantes, segundo a Wikipédia.

13. Espelhos, só espelhos: Passagem Europa (Aynalı)

Teto de vidro e estátuas da Passagem Europa, também chamada Passagem dos Espelhos, em Beyoğlu

No lugar que hoje liga a rua de Galatasaray ao Mercado de Peixes (Balık Pazarı), funcionava em 1861 o Teatro Jardin des Fleurs. Depois de virar cinzas no incêndio de Beyoğlu de 1870, o proprietário do terreno, um certo Mr. Scribe, mandou construir no local a hoje famosa Passagem Europa.

No passado, o espaço reunia costureiros e fabricantes de cintos sobre um piso de mármore. Agora são 22 lojas. Cada uma tem mais dois andares acima. Nas fachadas que dão para o corredor interno, estátuas femininas se olham de frente, e o teto é totalmente coberto por vidro. E os espelhos? Estão no interior e deram à passagem o apelido “Passagem dos Espelhos” (Aynalı Pasajı), segundo a Wikipédia.

Atualmente reúne joalherias, antiquários, cerâmicas e roupas, além de abrigar o ateliê do conhecido artista plástico turco Komet.

14. De volta à moda nos anos 2000: Passagem do Túnel

Fachada neoclássica da Passagem do Túnel, perto da estação de Tünel, em Beyoğlu

De frente para a saída da estação de Tünel — o pequeno funicular histórico de Istambul —, esta passagem também é conhecida como Edifício do Túnel. Formada por três construções de estilo neoclássico, tem um corredor em T, aberto no alto, erguido em 1883. Liga a rua Sümbül à rua Asmalımescit. O primeiro proprietário era um membro da comunidade judaica otomana da cidade. Colunas de capitel coríntio decoram as lojas do térreo.

A partir dos anos 1960, a passagem passou por restaurações que uniram as fachadas das três construções, dando origem a um conjunto único. Com a popularização do bairro de Asmalımescit nos últimos anos, o lugar foi redescoberto. O resultado: cafés e restaurantes charmosos.

15. A confeitaria que batizou: Passagem Markiz

Fachada histórica da Passagem Markiz, antiga Passage Oriental, em Beyoğlu

Símbolo da Beyoğlu antiga, esta passagem abriu em 1840 sob o nome Passage Oriental (também chamada Passagem Espelhada do Oriente). Reunia perucaria, peleteria e livraria. Em 1940, a famosa confeitaria Lebon, que funcionava ali, deu lugar à Confeitaria Markiz — e, sem saber, mudou o destino do prédio. Ao longo das décadas, a Markiz se tornou lendária por seus bolos e por sua clientela fiel; em 2003, passou por uma restauração completa e acabou dando nome à passagem. E por pouco a história não terminou de um jeito bem menos doce: não fosse a campanha de preservação liderada pelo escritor Haldun Taner, o espaço teria virado uma loja de peças automotivas nos anos 1970.

Com cinco andares e 25 lojas desde que foi construída, a passagem sempre trouxe movimento para Beyoğlu. A Markiz, com o tempo, deu lugar a outro restaurante.

Depois de 174 anos de história, a passagem está atualmente fechada. O futuro? Incerto.

16. De hotel a passagem: Passagem Tokatlıyan

Fachada da Passagem Tokatlıyan, antigo Hotel Tokatlıyan, em Beyoğlu

Esta passagem fez o caminho inverso. Em vez de virar hotel, como tantas outras nesta lista, ela nasceu de um. Em 1805, o comerciante armênio Hacı Krikor Amira Kevorkyan comprou o terreno e construiu a Igreja Armênia de Üç Horan, além de moradias e lojas para a comunidade armênia local. Depois do incêndio de 1870, que destruiu parte do complexo, o espaço funcionou por um tempo com teatro e cafés-restaurantes. Quando esses também foram destruídos por outro incêndio, Tokatlı Mıgırdiç Tokatlıyan abriu novos restaurantes e cafés; depois, com dificuldades para pagar a dívida com a fundação da igreja, converteu o espaço em hotel.

Projetado pelo arquiteto francês Alexandre Vallaury, o Hotel Tokatlıyan abriu em 1909. Atravessou as duas guerras mundiais. Trocou de administração várias vezes e recebeu hóspedes ilustres, como o revolucionário russo Liev Trótski. Administrado pela Igreja Armênia de Üç Horan, o prédio foi convertido em passagem e centro comercial em 1960.

Hoje abriga diversas lojas, entre elas óticas e lojas de roupa.

17. Para ser visto em Nişantaşı: Passagem Reasürans

Fachada moderna da Passagem Reasürans, ligando Teşvikiye a Nişantaşı

É um “shopping” ou uma “passagem”? Independentemente do debate, o mais acertado é chamá-lo de passagem moderna. Além dos frequentadores habituais, o Milli Reasürans Çarşısı atrai quem quer circular pelos bairros chiques de Teşvikiye e Nişantaşı, já que liga essas duas regiões ao Parque Demokrasi.

De dia, butiques e uma livraria. De noite, o espaço dá lugar a casas noturnas como Zanzibar, Corridor, Touchdown, On e o bar de jazz Kerem Görsev.

18. O point do rock e do metal: Passagem Akmar

Vitrines de lojas de discos e revistas da Passagem Akmar, em Kadıköy

Gerações de jovens descobriram o rock e o metal nesta passagem, no bairro de Kadıköy, no lado asiático de Istambul. Em um período em que a polícia chegou a fazer buscas frequentes no local, divulgadas pela imprensa como “antro satanista”, a Akmar era, na prática, o endereço certo para achar discos e CDs de bandas difíceis de encontrar em outras lojas. Também havia instrumentos musicais e acessórios originais. E sebos, paraíso de colecionadores.

Com o tempo, as lojas de música e livros antigos foram fechando e dando lugar a livrarias de material escolar. Ainda assim, vale a visita. Nem que seja só para sentir o clima de uma época.

19. O coração dos eletrônicos: Passagem Doğubank

Fachada do edifício Doğubank, antigo centro de eletrônicos de Istambul

O Doğubank, prédio comercial no distrito de Fatih, cujo nome remete à venda de produtos “à vista”, já foi o grande endereço de eletrônicos e telefones de Istambul, concentrando lojas especializadas em aparelhos e peças. Mas as grandes redes de varejo de tecnologia se popularizaram. O movimento caiu bastante. Parte das lojas virou assistência técnica de celular.

Há um detalhe curioso. O prédio tem mosaicos do artista Bedri Rahmi Eyüboğlu, que acabaram cobertos por material isolante durante uma reforma em 2020, segundo a Wikipédia.

Fontes: Çiçek Pasajı na Wikipédia, Avrupa Pasajı na Wikipédia, Doğubank İşhanı na Wikipédia

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